A Pele que Habito

A Pele que Habito 2010-05-22 Francisco

Título original: (La Piel que Habito)

Lançamento: 2011 (Espanha)

Direção: Pedro Almodóvar

Atores: Antonio Banderas, Elena Anaya, Marisa Paredes, Jan Cornet.

Duração: 117 min

Gênero: Drama

Status: Em cartaz

5           10 32 5

(32 votos)

                   

Sinopse

Roberto Ledgard (Antonio Banderas) é um conceituado cirurgião plástico, que vive com a filha Norma (Bianca Suárez). Ela possui problemas psicológicos causados pela morte da mãe, que teve o corpo inteiramente queimado após um acidente de carro e, ao ver sua imagem refletida na janela, se suicidou. O médico de Norma acredita que esteja na hora dela tentar a socialização com outras pessoas e, com isso, incentiva que Roberto a leve para sair. Pai e filha vão juntos a um casamento, onde ela conhece Vicente (Jan Cornet). Eles vão até o jardim da mansão, onde Vicente a estupra. A situação gera um grande trauma em Norma, que passa a acreditar que seu pai a violentou, já que foi ele quem a encontrou desacordada. A partir de então Roberto elabora um plano para se vingar do estuprador.

 

Notas do AdoroCinema

É quase um anti-Almodóvar. Falta a paixão habitual do diretor, mas o lado bizarro que tanto o atrai está presente. Um filme frio, com várias pontas mal amarradas no roteiro.

por Francisco Russo - Avaliação: 5          

Críticas: A Pele que Habito

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Elenco

Antonio Banderas

(Roberto Ledgard)

  • Elena Anaya (Vera Cruz)
  • Marisa Paredes (Marília)
  • Jan Cornet (Vicente)
  • Bianca Suárez (Norma Ledgard)
  • Ana Mena (Norma Ledgard - criança)
  • Roberto Álamo (Zeca)
  • Eduard Fernández (Fulgencio)
  • Bárbara Lennie (Cristina)

Comentários

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Paula Previato em 13/02/2012Nota: 10     

O filme é magnífico, surpreende a cada momento e proporciona diversas reflexões ao final do filme. Fiquei boquiaberta com o filme, fale muito a pena assisti-lo.

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Flaviamiguel em 09/02/2012

Criticar diretores como Almodovar ou Woody Allen parece uma heresia. equivale a alguem formado em letras dizer que odeia Shakespeare. mas..acontece. As vezes, mesmo alguem do calibre de um Almodovar dá uma escorregada. Tudo bem, ele ja nos deu carne Tremula e fale com ela - estes sim, obras primas - alem de varios outros. Pode, portanto, dar-se ao luxo de fazer um filme menor como a pele que habito. Espera-se sempre mais de um Almodovar do que um filme como este: passavel e nada mais.

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kaio-10 em 07/02/2012

Sem palavras para descrever esse filme, mais uma obra prima de Almodóvar.

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gabriela em 05/02/2012

ah queria estar no lugar daquele estrupador pra ver como seria ser uma mulher de verdade

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rodrigowra em 31/01/2012

eh desnecessário assistir esse filme. O filme mostra com exagero diversas babaridades contra o ser humano. Me arrependi de ter visto, não recomendo.

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marc gogh em 20/01/2012Nota: 10     

Realmente o Almódovar é suis generis. O filme é impressionante. Mostra a vivência de um cirurgião plástico e sua história familiar bastante conturbada (esposa, filha e o próprio). Ele culpa um rapaz que estuprou (???) sua filha que sofre de problemas psiquiátricos e ela entra em nova crise. Sequestra o rapaz levando-o para Toledo, na Espanha (uma linda cidadezinha do século XII, regada de história por todos os lados... É linda), mas numa situação meio macabra... Culpa-o pela situação e sem dar chances ao rapaz de se explicar, vai transformando-o em mulher, utilizando-o (a) como cobaia para suas experiências transgênicas... E o mais terrível... Apaixona-se por ela (ele). No final a cobaia consegue dar o pulo do gato e consegue seduzir o médico, finalizando com a morte dele. Agora Vera (antigo Vicente) está livre daquele que a construiu (a gente até se lembra do Frankenstein... Credo) e ao mesmo tempo perdida com a nova identidade...

O que o poder médico pode fazer em mãos erradas, heim! A gente sai do cinema achando que o mundo está cheio de gente assim: sem escrúpulos; com abuso de autoridade por deter poder; pessoas acima da lei por sede de vingança e o pior de tudo - sem dar chances da pessoa se defender. O que, ainda bem, não é a verdade. A gente sai do cinema até meio paranóica, achando que qualquer transeunte ... A qualquer instante... É uma sensação muito tenebrosa.

Apesar do filme instigar reflexão a respeito, traz para nós a sensação de fragilidade do homem frente a uma realidade (o ódio, a vingança, a violência, o mal)... Ainda bem que a "índole do bem" impera... Eu prefiro acreditar no homem (mulher), na sua capacidade e vontade para uma civilização com regras saudáveis e que há esperança...

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BRAVO! em 18/01/2012

Transgressor! A qualidade que mais admiro na obra de Almodóvar é a personalidade impressa em seus longas, o modo como conduz os enredos passionalmente é instigante, sem pudores que o deixa livre das amarras do falso moralismo e do trivial. Porem em “A pele que Hábito”, esperava um pouco mais da adaptação, apesar de não ter lido a obra Tarântula, sei que o texto original poderia ter sido melhor explorado, por exemplo, na forma da narrativa e desenvolvimento dos personagens na trama. No filme o espectador mais atento logo soluciona enigma central do roteiro. Mesmo assim a “insanidade” é explorada magnificamente ao longo da historia. Recomendo!

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BRAVO! em 18/01/2012

Transgressor! A qualidade que mais admiro na obra de Almodovar é a personalidade impressa em seus longas, o modo como conduz os enredos passionalmente é instigante, sem pudores que o deixa livre das amarras do falso moralismo e do trivial. Porem em “A pele que Hábito”, esperava um pouco mais da adptação , apesar de não ter lido a obra Tarantula, sei que o texto original poderia ter sido melhor explorado ,por exemplo na forma da narrativa e desenvolvimento dos personagens na trama. No filme o espectador mais atento logo soluciona enigma central do roteiro

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Ivan Sergio Rey em 11/01/2012

Pedro Almodovar (A pele que habito) e Woody Allen (Meia Noite em Paris) consgraram-se como os melhores diretores e fizeram os melhores filmes de 2011 sem dúvida. Ambos criativos e envolventes nos deram o melhor suspense e a melhor comédia romantica do ano. Imperdíveis.

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BETHA em 08/01/2012

...Filme com um suspense, unusitado, supreendente e meio louco.
O autor teve muita criatividade e é um bom filme.
Vale a pena assistir!

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