Achados e Perdidos

Achados e Perdidos 2010-05-22 Francisco

Título original: (Achados e Perdidos)

Lançamento: 2006 (Brasil)

Direção: José Joffily

Atores: Antônio Fagundes, Zezé Polessa, Juliana Knust, Genézio de Barros.

Duração: 100 min

Gênero: Policial

Status: Arquivado

5           10 10 5

(10 votos)

                   

Sinopse

Vieira (Antônio Fagundes) é um delegado aposentado que vive um caso com Magali (Zezé Polessa), uma prostituta. Quando Magali é encontrada morta em sua casa, amarrada nua à cama e com um saco de plástico na cabeça, Vieira logo é considerado pela polícia como o principal suspeito do crime. O próprio Vieira não sabe se cometeu o assassinato, pois no dia anterior estava embriagado e, com isso, não se lembra do que aconteceu. Em meio às suspeitas, Vieira se envolve com Flor (Juliana Knust), uma jovem prostituta que era também muito amiga de Magali, e passa a ser chantageado por um velho companheiro da polícia, que agora é político.

 

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Elenco

Comentários

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Will Blumer em 18/09/2011Nota: 5     

O Tema é Bom, mas a história é fraca.
acho um filme apelativo.
não recomendo, mas vale a pena dar uma conferida para ver o q vc vai achar.

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Ana Carolina em 03/11/2010

Péssimo filme.


Não vale a pena assistir.


Não recomendo!!!


O tema de que se trata o filme não é ruim, mas a produção feita desse tema ficou ruim.


Um homem "Vieira" que vive com uma prostituta "Magali", de repente a mesma é morta.


Vieira tenta achar quem foi o assasino, e se envolve com outra prostituta "Flor".


E através de uma terceira prostituta, Viera descobre quem a matou Magali.


O assasino foi Flor.


E o motivo do assasinato, foi?


A mala de dinheiro em dólares que Viera tinha, e Magali sempre comentava, e Flor, tanto tinha ambição pela mesma.


Enfim, o tema não é tão ruim, mas se fosse feito uma boa produção, ficaria bem legal o filme, e não chato de se assistir como foi esta produção.

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Antonio de Paula Rocha Lima em 22/10/2010

Gostei do filme. Na minha opinião, o longa foi injustamente esnobado pela maioria dos críticos. Antonio Fagundes e Zezé Polessa estão muito bem nos papéis de pessoas envolvidas nas noites perdidas do bairro de Copacabana. Vale destacar que o filme focaliza com bastante realismo o drama das pessoas que buscam encher o vazio das suas vidas na ilusão da noite. Concluindo, vale destacar que considero este filme um dos melhores da retomada do cinema brasileiro, superior inclusive aos apelativos da série Tropa de Elite e até o superestimado Cidade de Deus, filmes muito badalados pelos críticos, mas que são apenas sensacionalistas e apelativos.  

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adri em 12/11/2009

Para quem conhece a obra de Garcia Roza, e aprecia


é inaceitavel suprimir o Espinoza!


Ele conduz a estoria.


Vivemos a ficção atraves do seu entendimento, suas duvidas


e do seu olhar


Sem ele, é uma estoria qualquer

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Enderson Nobre em 04/01/2006Nota: 3     

O filme é um suspense policial. Fagundes (Vieira) faz um ex-policial acabadão que perdeu o rumo na vida. No fundo poço, vê na prostituta Magali (Zezé Polessa) um motivo pra continuar arrastando sua carcaça decadente pela terra por mais um tempo. Com o assassinato de sua mulher, se vai à única razão para Vieira continuar vivo. Porém, as condições misteriosas em que o corpo de Magalí foi encontrado, levam o ex-policial a entrar numa teia misteriosa (inclusive) envolvendo questões do seu violento passado. Com a chegada de Flor (Juliana Knust), uma prostituta iniciante e ambiciosa, Vieira volta a acreditar na vida, porém, tem que lutar para provar que não matou Magali, além de se livrar de amigos indesejáveis. Fagundes e Polessa dão conta do recado. Juliana Knust, apesar de muito gata, é bem fraquinha como atriz; principalmente para encarar uma mulher de vida nada fácil. O diretor José Joffily cai no lugar-comum com personagens e ambientes, confunde realismo com cenas de ação toscas e mal elaboradas e sofre com uma edição mal feita. Contudo, apesar do filme entregar a rapadura antes do previsto, vale uma conferida.

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Rodrigo Falcão em 03/01/2006Nota: 4     

Um filme eficiente, com uma trama envolvente embora sem ser genial em nenhum momento, abrilhantado com a beleza estonteante de Juliana Knust que enche os olhos com uma personagem maliciosa e muito sensual..o filme vale por ela!

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Daniel em 05/01/2006

Ruim do começo ao fim. Você continua assistindo na esperança que melhore um pouco. Só não tem mais clichês por falta de espaço. Nem o Antonio Fagundes consegue sustentar a produção. Zezé Polessa ainda tenta, mas realmente, com roteiro ruim, história batida, clichês e atores coadjuvantes de pouco talento...Nao tem jeito.

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Tom Ávila em 02/01/2006Nota: 4.5     

Muito bom, o texto adptado ficou muito Bom, zezé polessa explêndida com sua atuação firme, antônio fagundos nunca muda, sempre a amesma cara, e juliana knust deixa a desejar, a direção esta justa! UM GRANDE AVANÇO PRO CIENMA BRASILEIRO!

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